No dia 1º de junho de 2019, o Jornal da Franca divulgou a matéria que falava sobre a difícil situação de Talita de Souza Reis, jovem de 18 anos que, por conta de uma má formação congênita no coração, vive sob cuidados intensivos desde o seu nascimento.
Ainda recém-nascida, Talita foi submetida a uma cirurgia no HC de Ribeirão Preto, cidade em que continua fazendo tratamento até hoje. “Minha filha já passou por três cateterismos. Por conta do problema, ela se cansava com muita facilidade com coisas simples. Quando foi feita uma gasometria arterial, ficou constatado um percentual muito elevado de saturação, que é o nível de oxigenação no sangue por conta da respiração. Aos 14 anos, o médico que a acompanha disse que não havia mais o que pudesse ser feito no caso dela além de continuar com a medicação e passar a fazer uso do aparelho concentrador de oxigênio”, diz.
Este aparelho ajuda a manter os níveis de oxigenação dos tecidos e corrige alguns problemas, reduzindo a sobrecarga cardiopulmonar.
Talita hoje depende desse aparelho para respirar. Para conseguir comprar o primeiro aparelho, que era portátil e o ideal para a filha, Rosângela teve ajuda de pessoas em Itirapuã, onde moravam até quatro anos atrás e sua mãe, avó de Talita, fez um empréstimo bancário para completar o restante da quantia. Na época, o aparelho custou cerca de R$ 20 mil.




