A diretoria da AEC/Castelinho confirmou em entrevista coletiva, na manhã deste sábado, a preocupação com a situação da represa existente há quase 50 anos no clube que está totalmente assoreada.
O diretor Matheus Rodrigues falou sobre todos os problemas advindos dessa situação. Toneladas de peixes morreram e os outros animais que habitavam a represa e o entorno foram embora, reduzindo a fauna do local a praticamente zero.
Além disso, deixando de receber águas pluviais, por conta do assoreamento, a represa não ajuda a controlar a vazão para o Córrego Cubatão, principalmente na altura do Posto Galo Branco, possibilitando que haja enchentes.
O problema começou, segundo a diretoria, quando a Prefeitura pediu, não última sexta-feira, para abrir a comporta para medir a vazão da água. Porém, na hora de fechar, não foi possível e a água praticamente toda foi drenada.




