
O comerciante Carlos Henrique de Oliveira trabalha há 20 anos na Avenida Hélio Palermo, em Franca, e já perdeu as contas de quantas vezes viu o córrego transbordar e a loja de motos ficar ameaçada pela chegada da água.
“Fechou o tempo, choveu na cabeceira a gente pode esperar. A preocupação é grande, tanto para bens materiais quanto para o ser humano, que já machucou, caiu no córrego. Isso todo ano acontece”, afirma.




