A auxiliar administrativa Regiane Junqueira diz que, há quase um ano, janeiro se tornou o mês preferido dela. O motivo é o nascimento da filha, Manuela. Mas, no início, a alegria da maternidade se misturou com o medo em relação aos cuidados da bebê, que nasceu prematura, com 31 semanas de gestação.
“Foi muito difícil, principalmente por ter perdido um bebê anteriormente. Mesmo tendo uma equipe médica muito boa acompanhando a gente, fazendo parte de todo esse processo, não tem como negar as dúvidas. Às vezes, você se sente desamparada, cheia de incertezas”, diz.
Pensando em auxiliar mães de prematuros, como Regiane, pesquisadores da Universidade de Franca (SP) desenvolveram um aplicativo com orientações e informações sobre o assunto, e até oferecendo acompanhamento domiciliar, dependendo do caso.




