Quando os smartphones assumiram protagonismo entre os acessórios, diversos itens se tornaram dispensáveis. Os relógios de pulso, por exemplo, tiveram a função de mostrar as horas incorporada ao celular, o que levou muitos a prever o declínio desse objeto, que era desejo de muitos consumidores.
Mas os relógios também se tornaram digitais e tiveram seu conceito reformulado pela indústria: receberam funções que, antes, estavam disponíveis apenas nos smartphones, além de novas características, muito vinculadas a esporte e saúde.
O Apple Watch provavelmente é o wearable mais lembrado quando falamos desse acessório. A primeira geração dele serviu de inspiração para a criação de centenas de modelos similares, e outros fabricantes passaram a investir numa linha de produtos desse tipo.
Os primeiros modelos eram úteis, porém limitados. Boa parte das funcionalidades eram dependentes da conectividade com o smartphone — na prática os relógios cumpriam o papel de mostradores de notificações de mensagens recebidas no celular.




