Só quem já teve um celular que levou um belo tombo e viu o estrago da queda sabe a dor que isso provoca –no coração e no bolso. Para ser prevenir disso, você tem duas opções: ir atrás de um aparelho feito para resistir a danos, como os da Caterpillar, ou prestar atenção nos materiais usados na construção do seu próximo smartphone.
Como a maioria das pessoas escolhe a segunda opção, é importante saber que aparelhos com visual muito atrativo tendem a ser os que mais sofrem nas quedas.
Um exemplo são as telas grandes, que viraram quase um padrão na indústria, mas são um ponto fraco dos aparelhos.
Os fabricantes têm buscado criar smartphones mais resistentes, mas com as telas grandes e as ‘bordas infinitas’ aumenta a chances de danos, porque há uma área maior sujeita a quebras e riscos. “E o custo reparatório também é maior”, diz Danilo Martins, sócio-diretor da Yesfurbe, empresa que vende celulares usados remodelados. As bordas servem como uma proteção importante, então, se possível, evite celulares que cubram esta área, especialmente os cantos, com vidro.




