Lendo esta matéria e remetendo a outra, publicada pelo Jornal da Franca, o leitor vai entender a tragédia que se abateu sobre a represa do Castelinho, na zona sul da cidade, que se esvaziou por conta da abertura de comportas, pela Prefeitura, e quase causou a morte de dois funcionários que tentaram salvar milhares de peixes que ficaram sobre a lama do leito do poço.
Em ofício distribuído no primeiro dia útil de janeiro de 2016 para a Prefeitura e a Câmara, a diretoria do Castelinho, rogava aos poderes constituídos – e com poder de resolução – para que a situação não se agravasse e para que a represa fosse salva.
Porém, passados 1 ano e 8 meses, nem Câmara nem Prefeitura moveram sua capacidade de resolver o problema de assoreamento da represa do Castelinho.





