Pessoas com poucas relações sociais ou sensação persistente de solidão apresentam maior risco de adoecer e morrer por causas cardiovasculares (Foto Arquivo)
A cardiologia tradicional sempre focou em pressão, colesterol, glicemia e estilo de vida. Nos últimos anos, porém, um fator ganhou espaço nas diretrizes e na prática clínica: a qualidade das relações sociais.
Pessoas com pouca interação social ou sensação persistente de solidão apresentam maior risco de adoecer e morrer por causas cardiovasculares. Não se trata apenas de comportamento – há mecanismos biológicos envolvidos.
Um fator de risco invisível – mas mensurável




