
Em busca de um imóvel para comprar, a vítima é fisgada por um anúncio fraudulento de uma suposta financeira. A tratativa começa e, durante as conversas, os golpistas buscam entender a capacidade de pagamento de entrada pelo cidadão, para fazer uma proposta aparentemente vantajosa.
Quando a quantia inicial é transferida, porém, ele recebe um documento sem valor legal algum. Durante um tempo, é informado de que o financiamento está em análise.
E depois, o grupo alega que o imóvel pretendido já foi vendido, sendo necessário reiniciar buscas. Mas é tudo enrolação. Segundo o delegado da 38ª DP do Rio de Janeiro, Maurício Mendonça, assim agem, em geral, bandidos que usam o sonho da casa própria como isca.




