Deixar um
tablet ou smartphone nas mãos das crianças
para distraí-las e ganhar alguns minutos de tempo livre já faz parte da rotina
dos pais das gerações mais novas, principalmente dos que tiveram filhos depois
de 2007, o marcante ano de lançamento do iPhone.
Nos dispositivos, acessam-se
milhares de horas continuamente atualizadas de desenhos, jogos e aplicativos ao
alcance dos dedinhos que deslizam nas telas com facilidade.
O problema: muitas vezes os
pais não conseguem acompanhar o que está conquistando a atenção dos pequenos e
deixam a responsabilidade de selecionar o conteúdo aos algoritmos de sites e
apps que ainda estão longe de serem perfeitos para tal tarefa. Isso é seguro?
A
questão fica mais complexa em meio aos escândalos sobre vazamento de dados e
privacidade envolvendo as grandes companhias do Vale do Silício. A exemplo do
que teve como protagonistas o Facebook e a consultoria política Cambridge
Analytica, que usaram, sem a permissão adequada, os dados de milhares de
usuários da rede social para impulsionar a campanha do presidente americano Donald
Trump.




