
A descoberta desta proteína vem do Instituto De Bellis de Castellana, na Puglia, Itália, e no futuro poderá evitar a quimioterapia.
É um avanço importante para as terapias oncológicas e promete revolucionar os tratamentos para vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, cólon, ovário e pâncreas.
A pesquisa, liderada pelo professor Cristiano Simone e apoiada pela Airc Foundation em colaboração com o NIH dos Estados Unidos, foi publicada na revista Science.




