Um estudo recente, publicado no Alzheimer’s & Dementia, encontrou uma correlação entre doenças gengivais e demência e outros problemas cerebrais.
Estudos anteriores já haviam descoberto que a gengivite bacteriana pode gerar metástases da boca para o cérebro.
“Este é o primeiro estudo que mostra uma associação entre o desequilíbrio da comunidade bacteriana encontrada sob a linha da gengiva e um biomarcador do líquido cefalorraquidiano da doença de Alzheimer em idosos cognitivamente normais”, explicou a responsável pelo estudo, Angela Kamer, da Escola de Odontologia da NYU.
Como explica o New York Post, que cita o estudo, pesquisas anteriores estabeleceram uma ligação entre o acúmulo de proteínas amiloides nas artérias cerebrais e no declínio cognitivo.




