quinta-feira, 18 jun 2026 ☀ Franca/SP 22°C
DólarR$ 5,18▲ 0,0%
EuroR$ 5,98▲ 0,0%
Selic14,50%▲ 0,0%
BitcoinR$ 326 mil▲ 0,0%

Cientistas testam células-tronco com sucesso para tratamento e cura do diabetes

Uma empresa farmacêutica já se juntou a equipe de pesquisadores para a produção dessas células em laboratório.

Compartilhar
Depois do sucesso com camundongos, os cientistas da Califórnia, EUA, vão realizar testes em humanos

Células-tronco para curar diabetes! Pesquisadores do Salk Institute for Biological Studies criaram uma nova maneira de produzir células beta do pâncreas para tratamento do tipo 1 da doença crônica, caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue.

Depois do sucesso com camundongos, os cientistas da Califórnia, EUA, vão realizar testes em humanos para conseguir a aprovação do FDA, a agência reguladora dos Estados Unidos.

Uma empresa farmacêutica já se juntou a equipe de pesquisadores para a produção dessas células em laboratório.

Método

Continua depois da publicidade

O uso de uma placa de Petri tridimensional permitiu que as células interagissem e crescessem em um ambiente semelhante ao que fariam naturalmente no corpo.

Duas semanas após o transplante em camundongos diabéticos, o açúcar deles no sangue caiu para níveis normais, como aqueles vistos em camundongos não diabéticos.

“As células-tronco são uma abordagem extremamente promissora para o desenvolvimento de muitas terapias celulares. Isso inclui os melhores tratamentos para o diabetes tipo 1”, disse o professor da Salk, Juan Carlos Izpisua Belmonte, autor sênior do artigo.

Cistos desapareceram

Para testar a segurança e eficácia das células beta fabricadas, a equipe as transplantou em diferentes estágios e observou os efeitos.

Nos estágios mais elevados de crescimento, as células não formaram cistos, mesmo 20 semanas após a implantação e mostraram funcionalidade adequada in vivo e in vitro.

O desafio, segundo os cientistas, é a fabricação de células beta-pâncreas.

“Este método para fabricar um grande número de células beta funcionais e seguras é um passo importante à frente”, concluiu.

(Com informações do GNN)