O modelo incluiu uma descrição do RNA do vírus, com 29.900 bases nitrogenadas, e taxa de mutação de 0,001 ao ano.
Pesquisadores do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade de Campinas criaram um modelo para prever como surgiram as mutações sofridas pelo novo coronavírus durante a pandemia.
Em um estudo publicado na revista científica PLOS ONE, ele repetiram os avisos já proferidos por cientistas de que o surgimento de variantes é mais provável quando uma grande proporção da população não foi vacinada.
Os cientistas também alertam que poderia haver outro aumento global de casos e mortes se este problema não for tratado com urgência.
Os vírus são organismos muito simples e não podem se reproduzir por conta própria. Para replicar seu RNA, eles devem usar as células de um hospedeiro. Ao danificar as células, eles causam doenças.




