No Brasil, as mulheres são maioria entre os alunos de graduação e doutorado.
Apesar disso, a sub-representação começa no nível da docência universitária e cresce à medida que os cargos de liderança aumentam e se tornam mais políticos.
A Pesquisa Comparativa sobre Mulheres e Meninas em STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática, na sigla em inglês) na América Latina indica que, nos cargos políticos mais elevados em Ciência e Tecnologia, a representação feminina não passa de 2%.
Vera Oliveira, gerente sênior de Educação Superior do British Council, diz que, ao longo da carreira, as mulheres enfrentam diversas barreiras e falta de incentivos, dentro e fora da academia, para alcançar posições mais altas.




