Canabidiol está sendo pesquisado em universidades públicas para ser utilizado no tratamento de várias doenças
Seis importantes estudos clínicos brasileiros acabam de receber o investimento de 15 milhões de reais para testar o canabidiol em diferentes doenças.
O aporte, um dos maiores já vistos nos estudos com o composto da maconha, veio da farmacêutica nacional Greencare e foi destinado a três instituições públicas de pesquisas: Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal da Paraíba (UFPB).
Metade dos trabalhos já está em andamento. O mais avançado, coordenado pela Unifesp, se configura como o primeiro no mundo a pesquisar o uso da substância no tratamento da endometriose.
Duas outras pesquisas clínicas, uma da USP para sintomas não motores da doença de Parkinson, outra da UFPB para tratar a ansiedade, foram liberadas recentemente pelos comitês de ética das instituições. As demais serão anunciadas em 2022.




