Cientistas conseguiram, por meio de testes com ratos, identificar alguns dos mecanismos cerebrais responsáveis por nos lembrar de coisas ruins de forma inapropriada.
O medo é uma ferramenta de sobrevivência importante, e senti-lo nos ajuda a evitar situações de risco e agir de acordo com perigos enfrentados.
O problema é quando a reação é excessiva e não vai embora mesmo após estarmos a salvo — como no transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), que pode deixar o portador incapacitado por longos períodos.
Com a teoria de que algumas pessoas teriam uma tendência maior a desenvolver medos patológicos, especificamente por conta de distúrbios no processamento de memórias do cérebro, cientistas da Universidade de Linköping (veja aqui) se propuseram a investigar a patologia. A publicação é do portal Terra.




