O consumo moderado de vinho tinto ajuda a remodelar em poucas semanas a microbiota intestinal, cujo papel nas doenças cardiovasculares é cada vez mais reconhecido pela ciência.
A conclusão é de um ensaio clínico que avaliou a ingestão de vinho, feito com a uva merlot, realizado por pesquisadores da Áustria, Brasil, Estados Unidos e Itália.
O ensaio usou uma estratégia conhecida como “cruzada”, ou seja, cada um dos participantes (homens com idade média de 60 anos) passou por duas intervenções: Durante três semanas, consumiam diariamente 250 mililitros de vinho tinto (com 12,75% de concentração alcoólica) e, pelo mesmo período, abstinham-se de álcool.
Ambas as intervenções foram precedidas por uma etapa de “lavagem” de duas semanas, uma pausa no consumo de determinadas substâncias para que seus traços sejam totalmente eliminados do organismo.




