Pesquisa identificou mutações genéticas benéficas em pessoas que doam sangue (Foto: Arquivo)
Uma pesquisa publicada em maio no periódico Blood, da Sociedade Americana de Hematologia (ASH), nos Estados Unidos, identificou mutações genéticas possivelmente benéficas no sangue de pessoas que doam sangue com muita frequência.
Essas alterações, aponta o estudo, poderiam proteger contra certos tipos de câncer.
Segundo os autores, faltam pesquisas sobre mutações decorrentes da produção de novas células para repor aquelas perdidas nas doações. Os glóbulos vermelhos se renovam normalmente três vezes ao ano.
A doação significa um estresse extra à produção das células sanguíneas, a chamada hematopoiese. Em um processo saudável, as células produzidas são diversificadas, apresentando diferentes características e funções.




