Há alguns anos, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem reforçado que o sedentarismo aumenta o risco de surgimento de doenças crônicas como infarto, diabetes, AVC e diversos tipos de câncer.
Mas por que essas mensagens não são suficientes para mudar um quadro no qual 31% dos adultos do planeta são sedentários? Para especialistas, apesar de multifacetada, a resposta passa diretamente pelo fato de que a conscientização e a força de vontade não são suficientes se não forem acompanhadas por uma estratégia assertiva.
De acordo com os critérios da OMS, bastam 150 minutos semanais de exercícios físicos com intensidade moderada para que uma pessoa seja considerada ativa.
Isso significa, por exemplo, que alguém que vai à academia três vezes por semana e realiza treinos de uma hora de duração já pode se considerar mais longe dos inúmeros malefícios associados ao sedentarismo.




