Dirigir é um exercício constante para o cérebro que ajuda a prevenir contra Alzheimer – foto Arquivo
Dirigir pelas ruas, desviando de trânsito, encontrando rotas e resolvendo imprevistos pode ser mais do que trabalho — pode ser um treino diário para o cérebro.
É o que mostra um levantamento divulgado pelo Harvard Health, que sugeriu que motoristas de táxi e de ambulância têm menos chance de morrer por Alzheimer do que outros profissionais.
A pesquisa analisou dados de quase nove milhões de mortes nos Estados Unidos e encontrou um padrão curioso: entre taxistas e socorristas, a taxa de mortes relacionadas ao Alzheimer foi até 40% menor do que a média.




