Um estudo realizado pelo Instituto de
Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP) revelou que o uso
de antioxidantes é capaz de prevenir as consequências da exposição à luz
ultravioleta (UVA) do sol.
Os pesquisadores estudaram células de
pacientes com xeroderma pigmentoso variante (XP-V), uma doença genética rara, e
verificaram que a luz UVA provoca danos na capacidade de reparação das células,
que podem ser evitados quando tratados com antioxidante.
A descoberta abre a possibilidade de
desenvolver protetores solares capazes de prevenir lesões e o câncer de pele.
O paciente com xeroderma pigmentoso
apresenta deficiência no reparo das lesões do DNA causadas pela luz solar, o
que pode gerar mutações. Já no caso da XP Variante, outra manifestação da
doença, o defeito é na replicação do DNA contendo lesões.




