A depressão acelera o envelhecimento
cerebral, comprova um novo estudo realizado por pesquisadores da
Universidade Yale, nos Estados Unidos.
A doença já era considerada um fator
de risco para o desenvolvimento de Alzheimer e já havia sido associada a
diversos problemas, como aumento do risco de dor de cabeça, dor muscular e
alterações no sono. Agora, a ciência conseguiu mostrar evidências consistentes
de danos cerebrais causados pela depressão.
A nova pesquisa, apresentada na
Conferência da Associação Americana para o Avanço da Ciência, realizada em
Washington, nos Estados Unidos, mostrou que as conexões cerebrais começam
a diminuir dez anos mais cedo em indivíduos diagnosticados com depressão. Ou
seja, o declínio cognitivo começa a partir dos 40 anos e não aos 50 anos.
Essa característica aumenta o risco
de perda de memória, desaceleração da fala e até mesmo o desenvolvimento
precoce de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer.




