
A agência espacial americana (Nasa) anunciou uma boa notícia sobre o buraco na camada de ozônio: o tamanho dele atualmente é o menor já registrado desde que foi descoberto, em 1985.
Mas essa redução no buraco não se deve ao impacto de medidas internacionais para conter a degradação do ozônio, mas a um fenômeno climático incomum na Antártica.
O buraco na camada de ozônio em cima do continente antártico é um fenômeno sazonal, que atinge seu maior tamanho em setembro e outubro e desaparece em dezembro.




