
O Brasil deve ganhar em breve um banco de células-tronco induzidas que cobrirá as necessidades de 90% da população do País.
São células retiradas de indivíduos adultos e manipuladas por técnicas genéticas específicas que as tornam pluripotentes, ou sejam podem se transformar em qualquer tecido do corpo humano.
Esse trabalho vem sendo coordenado pela professora Lygia da Veiga Pereira, chefe do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE), da USP.




