
Caro e longo, o processo de desenvolvimento de medicamentos tem uma altíssima taxa de insucesso.
Ainda que passem pelas fases de tubo de ensaio e em cobaias, os compostos falham 86,2% das vezes quando testados em humanos, de acordo com estimativas baseadas no número de aprovações de novas drogas pelo Food and Drug Administration (FDA).
Ao mesmo tempo, preocupações éticas com pequisas que utilizam animais impulsionaram a corrida por alternativas mais viáveis. Assim surgiram os “órgãos num chip”, tecnologia que avançou significativamente nos últimos 12 meses.




