
Embora o estudo de genealogia remonte à Idade Média, talvez nunca tenha experimentado uma reviravolta tão grande quanto nos últimos anos, com a popularização dos testes genéticos de ancestralidade.
Uma pesquisa divulgada pelo MIT Technology Review revelou que ao menos 26 milhões de pessoas já coletaram amostras de saliva ou de células da bochecha para ter parte do genoma analisado.
Se o ritmo se mantiver, a expectativa é de que, em dois anos, mais de 100 milhões de pessoas no mundo tenham acesso a detalhes sobre sua ancestralidade.




