
Um único falso negativo em uma pessoa contaminada pode fazer com que essa pessoa relaxe nas medidas preventivas e acabe infectando outras centenas e esse é o grande risco, explica o microbiologista Atila Iamarino à BBC News Brasil.
“Pelo potencial da doença em se espalhar tanto e pelo potencial de erros nos testes, não dá para tomar decisões baseadas nesse tipo de teste quando se trata de (reunir) muitas pessoas.”




