Segundo estudo, o amor pode deixar marcas químicas no cérebro – foto Freepik
Um novo estudo publicado na revista científica Current Biology sugeriu que o sentimento do amor pode deixar marcas químicas no cérebro.
O objetivo inicial do estudo foi descobrir sobre o que se passa dentro do cérebro humano para tornar possíveis relacionamentos íntimos e como superam isso, neuroquimicamente falando, se esses laços são rompidos.
A pesquisa mostrou que o encontro com pessoas muito queridas pode ativar fortemente a dopamina, conhecida por ser o hormônio da felicidade.




