A pesquisadora
mineira Rafaela Ferreira, professora adjunta do Departamento de Bioquímica e
Imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ganhou na última
quarta-feira, 21 de março, em Paris, um prêmio da Organização das Nações Unidas
para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco), que reconhece o trabalho de
mulheres cientistas que mais se destacaram no mundo em 2017.
Única representante da América Latina entre as 15 vencedoras do International
Rising Talents (talentos internacionais em ascensão, numa tradução
livre), Rafaela recebeu uma premiação de 15 mil euros para dar continuidade a
uma pesquisa que busca desenvolver medicamentos para o tratamento do vírus da
Zika e da doença de Chagas.
A cientista ganhou, no ano passado, a versão brasileira dessa
premiação, o Para Mulheres na Ciência.
Com esse reconhecimento, ela espera
obter mais apoio e visibilidade para o desenvolvimento da pesquisa.




