Células envelhecidas da pele afetam todo o corpo, principalmente o cérebro – foto Arquivo
Duas equipes de pesquisadores portugueses, incluindo uma da Universidade de Coimbra (UC), descobriram que células envelhecidas da pele podem acelerar o envelhecimento de outras partes do corpo, especialmente o cérebro, ao enviar sinais que promovem o processo de envelhecimento.
A UC destacou, em comunicado, que essa descoberta, realizada em parceria com o Centro de Neurociências e Biologia Celular, a Faculdade de Farmácia da UC e o Laboratório de Envelhecimento Celular e Molecular da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, liderado pelo português João Passos, abre novas possibilidades para o desenvolvimento de terapias que retardem o envelhecimento humano.
“Esta pesquisa é a primeira evidência direta de que células senescentes na pele podem acelerar o envelhecimento em outras partes do corpo”.




