Relatos médicos sugerem que o processo de despigmentação capilar pode ocorrer de modo bem mais acelerado sob condições de estresse intenso e persistente ou depois de um grande trauma.
Alguns historiadores especulam que tal fenômeno acometeu a rainha Maria Antonieta quando, no auge da Revolução Francesa (1793), soube que seria levada à guilhotina.
Um novo estudo comprovou que o fenômeno de fato ocorre e identificou os mecanismos envolvidos.
“Além disso, descobrimos uma forma de interromper o processo do branqueamento por estresse”, contou Thiago Mattar Cunha, integrante do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da Fapesp sediado na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.




