Pesquisadores da Universidade
Queen Mary, no Reino Unido, acabam de colocar mais uma peça no quebra-cabeça
dos efeitos da poluição atmosférica no corpo humano. Em um estudo inicial, eles
encontraram partículas de materiais poluentes, comumente detectados em grandes
cidades, nas células da placenta de cinco mulheres.
É a primeira evidência científica de que os componentes
da poluição do ar atingem a placenta depois de passar pelos pulmões e cair na
corrente sanguínea.
A nova pesquisa examinou as
placentas de cinco mulheres não fumantes que tiveram bebês saudáveis no
hospital da Universidade. Com o consentimento delas, os pesquisadores
examinaram os macrófagos – células do sistema imunológico que “comem”
partículas danosas ao corpo – presentes suas placentas.
Estas células estão presentes nos pulmões e também fazem
parte do sistema que protege o feto no tecido da placenta.




