Neurocientista explica reações fisiológicas da paixão – foto Freepik
Em 1997, o escritor francês Frédéric Beigbeder declarou que “o amor dura três anos” em uma novela de inspiração autobiográfica do mesmo título. O autor explicou que, no primeiro ano em que se está apaixonado, a novidade da relação faz com que seja excitante.
A adrenalina amorosa faz com que passemos por alto os supostos defeitos do outro. No segundo ano, a paixão é reduzida, com menos sexo e comunicação.
No terceiro, surgem as diferenças, razão pela qual se rompe ou se instala na acomodação. Mas o que nos diz a ciência sobre esta questão?




