
A hidroxicloroquina não parece ser eficaz em pacientes graves de COVID-19 e mesmo nos quadros leves, de acordo com dois estudos que serão publicados nesta sexta-feira, 15.
O primeiro deles, de pesquisadores franceses, conclui que o derivado da cloroquina, útil no tratamento da malária, não reduz significativamente a probabilidade de um infectado precisar de tratamento intensivo ou de óbito em pacientes hospitalizados com a pneumonia decorrente da infecção.
Para o segundo estudo, de uma equipe chinesa, a hidroxicloroquina não elimina o vírus mais rapidamente do que os tratamentos padrões em pacientes com uma forma “leve” ou “moderada” da doença. Além disso, os efeitos colaterais são mais importantes.




