Cientistas da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conseguiram estabelecer uma relação entre os
níveis de irisina — um hormônio produzido pelo corpo durante exercícios físicos
— e um possível tratamento para a perda de memória causada pelo Mal de Alzheimer.
O estudo, feito em parceria
com outras universidades e institutos, foi publicado nesta segunda-feira, 07 de
janeiro, na revista “Nature Medicine”.
Os testes foram feitos em camundongos com a doença — que
produziam o hormônio ao fazer exercícios ou recebiam doses dele. Os autores
explicam que três novidades foram descobertas:
– Existem baixos níveis de irisina no cérebro de pacientes afetados pelo
Alzheimer. Essa mesma deficiência foi vista nos camundongos que
foram usados como modelo no estudo.




