Há muita atividade cerebral envolvida na fala. Primeiro, há um pensamento ou ideia que o cérebro deve traduzir em palavras. Posteriormente, essas palavras são transformadas em movimentos específicos dos pulmões, da língua e da boca para moldar os sons.
Esses movimentos, portanto, devem ser perfeitamente executados e sincronizados com a respiração. Se houver danos ao cérebro causados por um acidente vascular cerebral (AVC) ou por alguma doença cerebral, o tempo dos movimentos ou da tradução podem chegar a falhar.
Por conta disso, as alterações na voz e na fala podem fornecer as primeiras pistas para uma doença neurodegenerativa.




