Um estudo desenvolvido a partir da
análise de milhares de moléculas levou pesquisadores à identificação de
lipídios que podem indicar a evolução da dengue para sua forma mais grave, a
hemorrágica.
Segundo os cientistas, foi possível
observar que o vírus ajuda a promover a adição de fosfato às proteínas do
sangue, aumentando a quantidade de fosfotidilcolinas.
Esses lipídios agem contra a
coagulação, e a presença excessiva deles acaba por desbalancear os processos
que evitam as hemorragias.
O estudo foi desenvolvido pela
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Escola de Medicina de São José do
Rio Preto (Famerp), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
São Paulo (Fapesp), revelou marcadores que facilitam o diagnóstico da dengue
hemorrágica.




