Necessidade de dormir faz parte da evolução das espécies
Em um experimento publicado em 1995, duas centenas de indivíduos estavam sobre esteiras que começavam a se mover quando um eletroencefalograma detectava que começavam a ter sono.
No final da esteira havia um balde cheio de água. Nos casos mais extremos, foram privados de 99% do tempo de sono. Após alguns dias começaram a comer compulsivamente e, entretanto, perdiam peso.
Seu ritmo metabólico havia disparado a 200% e tinham úlceras na pele. Seu sangue tinha níveis anormais de neurotransmissores e hormônios, como a noradrenalina e a tiroxina. Duas ou três semanas depois, todos morreram.




