A ciência da memória mostra que os seres humanos são feitos para esquecer – foto Arquivo
A maioria de nós está familiarizada com a frustração de esquecer — seja ao tentar lembrar uma palavra que está na ponta da língua, perder objetos importantes como chaves ou óculos, ou até esquecer o motivo de ter entrado em um cômodo.
Como podemos fazer outra coisa senão esquecer — especialmente em uma época em que somos submetidos a um fluxo constante de informações a cada minuto em que estamos acordados, entre nossa vida no mundo físico e o que recebemos eletronicamente via smartphones, TVs, computadores e muito mais?
O americano médio é exposto a cerca de 34 gigabytes — ou 11,8 horas — de informação por dia, escreveu Charan Ranganath em seu livro mais recente, “Why We Remember: Unlocking Memory’s Power to Hold on to What Matters” (“Por que Lembramos: Desbloqueando o Poder da Memória para Reter o que Importa”, em tradução livre).




