Novo estudo aponta que o ronco não prejudica só o roncador, mas também quem dorme ao seu lado – foto Freepik
Um estudo realizado por pesquisadores da Clínica Mayo em Rochester, Minnesota, descobriu que pessoas que roncam, bem como os seus parceiros, podem ter pior saúde cerebral e correr mais risco de desenvolver Alzheimer e derrames.
Segundo a pesquisa, cada redução de 10% na quantidade de sono profundo muda o cérebro das pessoas e aumenta a massa branca como se fossem até 3 anos mais velhas.
Esses sinais incluíam anormalidades na substância branca, que causam estresse nos neurônios do cérebro e aumentam suas demandas de energia.




