Uma iniciativa
conduzida pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) abre
caminho para a possibilidade de diminuir a fila de transplante de órgãos no
Brasil.
A prática, conhecida como xenotransplante, foi
apresentada durante a FAPESP Week London, evento da Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo que ocorreu nesta semana no Reino Unido.
Vale destacar que a modalidade consiste no
transplante de órgãos entre duas espécies diferentes.
Nesse caso, seriam o
porco (Sus scrofa domesticus) e o ser humano (Homo sapiens). “Os órgãos dos
suínos são muito semelhantes aos de humanos, mas seriam rejeitados se fossem
transplantados hoje. A ideia é modificá-los para que se tornem compatíveis com
o organismo humano”, explica Mayana Zatz, professora do Instituto de
Biociências da USP (IB-USP) e pesquisadora responsável pelo estudo.




