
A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) recebeu a comitiva do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que foi conhecer os dois protótipos de sensores para o diagnóstico do novo coronavírus em saliva, desenvolvidos no Laboratório de Nanobiotecnologia do Instituto de Biotecnologia (IBTec/UFU).
O principal diferencial dos testes propostos pela UFU é que eles não precisam de reagentes, que são substâncias necessárias para se fazer os testes convencionais do coronavírus e que estão em falta devido à demanda mundial neste momento de pandemia.
Um dos novos testes é biofotônico (o que significa que utiliza luz, no caso, infravermelha) e o outro é eletroquímico (ou seja, envolve correntes elétricas).




